Política de viagens corporativas 2026: o que deve incluir para gerar valor e garantir o seu cumprimento

Continue a ler para descobrir como transformar este regulamento numa ferramenta escalável, sustentável e alinhada com a realidade empresarial.
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Cumprimento, custo, conveniência e controlo. Uma política de viagens corporativas em 2026 é muito mais do que uma lista de limites de despesa e processos de reembolso.

Da mesma forma que mudou a forma de encarar as viagens de negócios, o documento que as regula também precisa de se modernizar. Hoje, uma política de deslocações corporativas eficaz deve ser mais uma ferramenta estratégica, onde a tecnologia desempenha um papel fundamental.

A sua função não é travar o colaborador, mas automatizar e otimizar as deslocações profissionais.

De seguida, detalham-se os elementos-chave que uma política de viagens corporativas em 2026 deve incluir para ser escalável, sustentável e alinhada com a realidade empresarial.

O que deve incluir uma política de viagens corporativas em 2026?

Uma política de viagens corporativas moderna assenta em quatro pilares:

  • Cumprimento automatizado: regras aplicadas desde a reserva até ao reembolso
  • Controlo em tempo real: visibilidade total da despesa antes, durante e depois da viagem
  • Conveniência para o colaborador: processos ágeis que facilitam o cumprimento
  • Custo otimizado: redução de despesas sem sacrificar produtividade nem bem-estar

7 elementos-chave de uma política de viagens corporativas 2026

1. Viagens corporativas como investimento: foco em estratégia e ROI

O primeiro passo é conceptual. Em 2026, as viagens corporativas devem ser encaradas como um investimento que gera:

  • Crescimento comercial e fecho de vendas
  • Reforço da relação com clientes
  • Formação especializada e desenvolvimento de talento
  • Inovação e networking

Isto implica que o regulamento de mobilidade corporativa deve servir para priorizar deslocações com impacto real no negócio.

Não basta medir quanto se gasta; é essencial avaliar o retorno de cada euro investido em viagens.

Define KPIs específicos como “receita gerada por viagem comercial” ou “contratos fechados após reuniões presenciais” para justificar e priorizar viagens futuras.

2. Micro-trips: viagens de empresa mais curtas e eficientes

Outra tendência central é a aposta em deslocações curtas e estratégicas. As políticas devem promover:

  • Viagens de ida e volta no mesmo dia, sempre que possível
  • Redução de noites de hotel
  • Prioridade a rotas diretas e meios de transporte eficientes

Este modelo reduz custos, diminui a pegada de carbono e aumenta a produtividade.

Um estudo recente publicado na Forbes, com dados da Okticket e da Ween, confirma esta tendência: 77% das viagens corporativas duram uma noite ou menos e mais de metade não inclui pernoita. As empresas estão a priorizar viagens curtas, objetivas e orientadas ao essencial.

Além da redução de custos diretos, este modelo melhora a eficiência operacional, acelera a tomada de decisões e reforça estratégias de mobilidade inteligente.

3. Inteligência Artificial na gestão de viagens de negócios

A crescente complexidade operacional torna a IA indispensável. O ideal é contar com agentes inteligentes (AI-Butler) que acompanhem o utilizador durante a reserva, resolvam dúvidas em tempo real, mostrem apenas opções alinhadas com a política e gerem alterações, cancelamentos e imprevistos.

Isto resolve um dos maiores problemas para Finanças e Travel Managers: as reservas fora de política.

Automatização aplicada ao controlo da despesa

Durante e após a viagem, a IA permite analisar automaticamente cada despesa, detetar erros, duplicações e possíveis fraudes, sem revisões manuais desnecessárias.

Soluções especializadas como a Okticket aplicam estas validações ao longo de todo o processo de gestão de despesas de viagem.

4. Integração de viagens e despesas: controlo em tempo real

Separar políticas de viagens e de despesas é um erro estratégico. Quando ambas estão integradas, as desvios são detetados mais cedo, o compliance melhora e o controlo é total.

5. Sustentabilidade e critérios ESG nas viagens de empresa

Os critérios ambientais, sociais e de governação (ESG) devem ser prioritários. As políticas devem favorecer:

  • Comboio em vez de avião em distâncias curtas
  • Mobilidade elétrica e partilhada
  • Hotéis e fornecedores com certificações ambientais

É essencial incluir medição da pegada de carbono, relatórios automáticos e dados auditáveis. Sem tecnologia, isto é inviável.

Empresas com políticas de sustentabilidade ativas reduzem as emissões associadas a viagens até 25% ao ano, segundo estudos do setor.

6. Bem-estar, segurança e experiência do viajante corporativo

Viagens frequentes afetam motivação, produtividade e retenção de talento. O bleisure, bem aplicado, melhora a experiência sem aumentar o orçamento.

A política deve também incluir protocolos de segurança, apoio em incidentes e seguro de viagem, especialmente relevante em deslocações internacionais.

7. Comunicação e adoção da política de viagens

Uma política eficaz envolve toda a organização: Finanças, Recursos Humanos, Vendas e outras áreas. Boas práticas incluem:

  • Manuais digitais sempre atualizados
  • Formação contínua
  • Canais de consulta abertos
  • Revisão contínua da política (uma vez por ano já não é suficiente)

Como reduzir reservas fora de política?

Muitas irregularidades não são intencionais. Surgem quando as políticas são rígidas e os processos lentos. Perante imprevistos, o colaborador reage — mesmo que isso signifique incumprir.

A política deve ser desenhada para facilitar o cumprimento, não para o penalizar. Quanto mais alternativas válidas existirem, maior será a taxa de compliance.

Processo de aprovação digital e ágil

O regulamento deve definir claramente:

  • Tipos de viagens permitidas (comerciais, formação, eventos, internacionais, etc.)
  • Fluxo de aprovação: quando é necessária, quem aprova e com que ferramenta
  • Limites de despesa claros e atualizados, por tipo de viagem, duração, categoria e localização
  • Meios de transporte e alojamento permitidos
  • Consequências do incumprimento

Integração tecnológica: a chave do cumprimento

Detetar uma reserva fora de política é apenas o início. O risco real surge quando a despesa é identificada tarde demais.

Uma plataforma integrada de viagens e despesas permite:

  • Aplicar a política desde a reserva até à aprovação
  • Capturar despesas quase em tempo real
  • Ativar alertas automáticos
  • Bloquear transações não conformes

Organizações com sistemas integrados alcançam maior cumprimento e reduções significativas de custos.

A importância dos dados para decisões estratégicas

Controlar a despesa antes de acontecer reduz desvios e melhora o planeamento financeiro.

Sem dados, as políticas são inúteis. Hoje, devem apoiar-se em dashboards claros que permitam analisar padrões e gerar relatórios rápidos, como:

  • Despesa acumulada por departamento, projeto ou centro de custo
  • Comparação com orçamento e períodos anteriores
  • Ranking de fornecedores
  • Taxa de cumprimento por equipa
  • Projeção de despesa até ao fecho do exercício

Isto permite identificar incumprimentos recorrentes, ajustar limites e negociar melhor com fornecedores.

Perguntas frequentes sobre políticas de viagens corporativas

Com que frequência devo atualizar a política?

Revisão trimestral é o recomendado. Ajustes menores podem ser contínuos com uma plataforma digital.

Como aplicar critérios de sustentabilidade sem aumentar custos?

Opções sustentáveis tendem a ser mais económicas: comboio em distâncias curtas, veículos elétricos e hotéis sustentáveis com tarifas competitivas.

E se for necessária uma viagem urgente sem tempo para aprovação?

Define procedimentos de emergência: autorizações verbais, limites pré-aprovados ou delegação temporária. A tecnologia móvel permite aprovações em minutos.

Centralizar reservas ou dar liberdade ao colaborador?

Modelo híbrido: reserva guiada com liberdade dentro da política.

Como medir o ROI das viagens corporativas?

Define métricas por tipo de viagem (receita, contratos, certificações, contactos, visibilidade) e compara com o custo total.

Programas de fidelização para viajantes frequentes?

Permite acumular pontos pessoais desde que a reserva cumpra a política e não implique custos adicionais.

Conclusão: da política de despesas à estratégia de investimento

Uma política de viagens corporativas em 2026 deve ser estratégica, tecnológica e centrada nas pessoas. Para isso, deve:

  • Integrar IA e automação
  • Incluir critérios ESG
  • Priorizar viagens curtas
  • Medir ROI
  • Melhorar experiência, segurança e cumprimento
  • Apoiar-se em soluções globais como a Okticket

Empresas que tratam viagens como despesa perdem competitividade. As que as tratam como investimento tomam melhores decisões.

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